



A história destas gatinhas começa exatamente igual a milhares de outras, com o abandono. Elas pertenciam a uma família de Porto Alegre que acredita que os animais fazem mal para a saúde dos bebês humanos, vejam só. Docinho tinha acabado de dar cria a seis gatinhos, quando a Protetora Bárbara Colombo foi acionada por uma senhora de voz dura e decidida. Ela disse com frieza que seu neto estava para nascer e que não queria “aqueles” animais em casa. Olhou para a Protetora e completou: _ Se você não levá-los, vou largá-los na rua. Chocada, a Protetora Bárbara perguntou por que ela estava fazendo isso, afinal eram animais indefesos, especialmente os filhotes. A resposta veio rápida: _ Gatos trazem doenças e essa gata aqui não pára de dar cria!!! A Protetora tentou argumentar que bastava esterilizar Docinho e esse problema acabaria. Falou ainda sobe posse responsável e o sofrimento dos animais com o abandono. De nada adiantou... <strong>Uma segunda chance </strong> Cinco dos gatinhos foram rapidamente adotados. Restaram Docinho e a filhote pretinha Bombom. Através das doações da Operação Mi@u as duas foram esterilizadas pela atenciosa veterinária Dra. Patricia Belíssimo, da clínica Bicho Point em Canoas, RS. Fizeram o pós operatório na própria clínica com todos os cuidados necessários e estão em excelente saúde. Para que a hisória tenha um final realmente feliz, falta apenas um lar para elas. Docinho é uma gata tranqüila e carinhosa. Está bem adaptada a humanos e é perfeita para quem adora felinos, mas quer uma companhia calma. Já Bombom, como todo filhote, é arteira e curiosa. Adora observar o mundo dos lugares mais altos que puder encontrar na casa. É a companhia perfeita para gateiros que apreciam emoção se não se importam de embarcar em aventuras felinas.